A Internet surge como hipótese para 67% dos 10 mil europeus inquiridos de 13 países, situando-se como quarta opção numa lista de sete.
O pódio das estratégias para tentar aumentar a capacidade de consumo é ocupado, em primeiro lugar, por "Diminuir as despesas nas rubricas que se consideram menos prioritárias", em segundo por "Recorrer ao hard-discount" e em terceiro lugar os europeus considerariam "Recorrer ao low-cost".
Entre os países inquiridos que mais citam o comércio electrónico estão a República Checa (85%), onde a hipótese surge em segundo lugar, a Alemanha (84%) e o Reino Unido (82%). Pelo contrário, a Rússia (53%), a Bélgica (48%) e a Sérvia (34%) são os menos dispostos a servir-se da Internet para consumir mais.














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